OPINIÃO
Rollemberg em busca de pauta positiva
>> OTÁVIO AUGUSTO SILVA
Ontem, o lançamento do selo "made in Brasília" foi mais uma clara tentativa do Executivo local de associar o governo a algo positivo. A marca será colocada em produtos oriundos da capital federal. Se por um lado o "bairrismo" amina figuras do setor produtivo, por outro escancara a defasagem industrial do DF. Nosso quadradinho não é capaz de atrair grandes empresas tampouco, mantê-las em solo brasiliense. Problemas como fornecimento de água, energia elétrica e dificuldades burocráticas afastam industrias. A prática de mercado neoliberal traz conceitos mais justos de competitividade, a intenção do governo e da Fibra é, trocando em miúdos, dificultar a entrada de produtos de Goiás, por exemplo. Uma clara medida protecionista. Ruim para o consumidor, péssimo para industrias.
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quarta-feira, 24 de junho de 2015
terça-feira, 2 de junho de 2015
OPINIÃO
Superbactérias sem controle
Três já morreram no Hospital Regional de Taguatinga e outras oito pessoas ainda estão em isolamento. Secretaria de Saúde diz que é "normal"
>> OTÁVIO AUGUSTO SILVA
Três bactérias colocaram a Secretaria de Saúde em uma prova de fogo. KPC, Enterococo e Acinetobacter baumanii mostraram a dificuldade da pasta em trabalhar em momentos de crise. A coletiva de imprensa realizada hoje deixou repórteres confusos e procurando explicações. A coordenadora de infectologia do GDF, Maria Lourdes Lopes, parecia não saber da realidade que estamos vivendo e classificou a situação como "normal". Pegou mal entre os jornalistas. A escolhida pelo governo para esclarecer as mortes teve dificuldades em falar dos números atuais de casos. Oito pessoas ainda estão em isolamento, cinco no Hospital Regional de Taguatinga (HRT) e três no Hospital Regional do Guará (HRGu). A lição de hoje foi dura para a autarquia, uma vez que o pânico era visível para seus assessores. Faltou preparo para receber os colegas jornalistas.
Superbactérias sem controle
Três já morreram no Hospital Regional de Taguatinga e outras oito pessoas ainda estão em isolamento. Secretaria de Saúde diz que é "normal"
>> OTÁVIO AUGUSTO SILVA
Três bactérias colocaram a Secretaria de Saúde em uma prova de fogo. KPC, Enterococo e Acinetobacter baumanii mostraram a dificuldade da pasta em trabalhar em momentos de crise. A coletiva de imprensa realizada hoje deixou repórteres confusos e procurando explicações. A coordenadora de infectologia do GDF, Maria Lourdes Lopes, parecia não saber da realidade que estamos vivendo e classificou a situação como "normal". Pegou mal entre os jornalistas. A escolhida pelo governo para esclarecer as mortes teve dificuldades em falar dos números atuais de casos. Oito pessoas ainda estão em isolamento, cinco no Hospital Regional de Taguatinga (HRT) e três no Hospital Regional do Guará (HRGu). A lição de hoje foi dura para a autarquia, uma vez que o pânico era visível para seus assessores. Faltou preparo para receber os colegas jornalistas.
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